Te has ido sin importarte con mis sentimientos. Con tu adiós has llevado mi vida, ya no tengo ilusiones, has roto mi corazón… ¿Tienes algún motivo para acabar así con mi vida? Lo único que he hecho fue amarte… La crueldad de tu corazón desgarra mi alma… Es verdad, que yo he fallado, pero eso no es motivo suficiente, para que me lances al fondo del abismo… Por orgullo o por dignidad ya no lloraré más por tu ingrato amor… Este tonto sufrimiento un día acabará y lograré sobrevivir… Nunca más lloraré por tu falso amor. ¡Piedra maldita en la cual tropecé! Curaré las heridas de mi corazón enamorado y olvidaré, que un día amé y no fui amada… Olvidar tus besos jamás podré, devolvértelos, mucho menos, me quedaré con ellos como un lindo recuerdo de algo que no pudo ser…
Migrar não é só deixar a terra, é
também dar passos para o novo, o desafiador, o desconhecido, é ter um coração
sem fronteiras.
Migrar implica partir com a mente e
com o coração, dispostos a transitar o caminho do amor.
Migrar não é simplesmente sair de
um determinado lugar geográfico, mas, exige sair de si mesmo, tirar as
sandálias e despojar-se de preconceitos raciais e culturais, é acolher o
desafio de tornar-se “migrante com os migrantes”.
Migrar é ter o coração aberto às
mudanças, é ser instrumento de transformação e de promoção da “nova cultura”.
Migrar é ter o mundo como pátria,
fazer da estrada a nossa morada, sendo um eterno forasteiro, sem lugar fixo,
mas com a fé e a esperança postas naquele que “nos ama e é fiel”.
Migrar é ter os olhos fixos na
realidade e com sensibilidade provocar mudanças e gerar o novo.
Migrar é ser “hospede na tenda e
peregrino no caminho”.
Migrar é abraçar a cruz e caminhar
sem olhar para trás, é sentir na alma a dor e a esperança dos deslocados.
Migrar é amar e criar “comunhão na
diversidade”, é desenraizar-se, é perder para ganhar, é renunciar e é ao mesmo
tempo aceitar e acolher, abrir as portas para o novo, o diferente.
Migrar, implica humildade e
sensibilidade, é estender a mão e abraçar com os olhos fechados.
Migrar é dizer ao Mestre Peregrino:
“Mostra-me o caminho a seguir”, é acreditar e elevar a alma a Ele.
Migrar é caminhar nas pegadas do
Mestre Peregrino e ser anunciadores de paz e comunhão.
Migrar é aprender a amar através da
distância, é ver com a alma e sentir no coração a saudade de um amor que
ultrapassa as fronteiras.
Migrar é unir culturas, aproximar
raças e derrubar fronteiras.
Migrar é viver o amor em constante
peregrinação, é eternizar o encontro e celebrar o milagre de acolher e ser
acolhido.
Migrar é anunciar a profunda
compaixão de um Deus caminhante.
Migrar é viver, saborear do novo em
cada amanhecer, é encantar-se com o desconhecido.
Migrar é crescer em cada passo, é
caminhar sem medo para o além, decidir-se, e arriscar, é aceitar a vontade de
Deus.
Migrar é semear a fé e colher a
esperança, é comprometer-se com a vida.
Migrar é lançar as sementes da paz
e do amor, é inculturar-se, tornando presente o distante, voar com o vento e
viver o amor.
Migrar é partilhar as diferenças, é
redescobrir e construir juntos, é partir o pão e dividir a dor.
Migra é falar a língua do amor, é
acariciar o coração ferido.
Migrar é amar sem esperar nada em
troca, porque simplesmente a nossa maior riqueza, é ser peregrino.
Desesperado y sin motivos a veces.
Ya no duermo, por tanto no sueño.
Solo sé que vivo porque respiro.
Vivo por nada, los conflictos cotidianos me dejan sin ganas de emprender nuevos horizontes...
Soy un atleta sin medallas ni trofeos, sin largadas ni llegadas, parece una locura este maratón sin fin.
Ya no soy lo que un día fui, mas también no soy lo que debería ser.
El cansancio es mi fiel compañero, la vida cada vez me parece mas monótona, sin melodías, sin el sol de amanecer, todo es ocaso…
Mis pasos son agigantados como queriendo ganarle al tiempo, con la firme obsesión de alcanzar lo inalcanzable…
Pero, ¿qué es esto?, se me va la vida en pensamientos vanos, soy como una pluma al viento, huyendo de lo superficial, lo frívolo.
Definitivamente ya no quiero preocupaciones inútiles, que lo único que hacen con mi vida es llenarla de confusiones sin motivos…
Vivo en un mar de gentes sin rostros, con mascaras coloridas y miradas sin brillo.
Mas, que debo hacer si ese es el mundo cruel de los humanos, al cual pertenezco.
No soy más que uno en medio de esa multitud, y talvez sin percibir llevo mascaras oscuras, o en el peor de los casos sea esa mi mayor indignación.
Sin encontrar respuestas muchas veces prefiero continuar huyendo, pues la verdad es que no se, si hay salidas, o talvez no tenga el coraje suficiente para enfrentar barreras y quebrar ideologías implantadas para una vida de falsedad y egoísmo.
Pero todavía me quedan esperanzas, por que sé, que después de todo, la única verdad brillará e iluminará mi corazón desespero y solitario.